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Ementas e Currículos |
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Adaptação e Ambientação em EAD (Ensino a Distância)
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As aulas desta disciplina têm por objetivo quebrar resistências a uma aprendizagem virtual e estabelecer uma relação amigável com a tecnologia, analisar os vários pontos da plataforma do curso, otimizar a utilização de seus recursos e explicitar a metodologia de aprendizagem adotada. Por fim, apresentar o curso, detalhar o conteúdo de cada aula, os nomes e currículos dos profissionais envolvidos em sua concepção pedagógica e fazer um exercício prático no Fórum.
Luiz Fernandes de Assis
Especialista em Gestão da Memória: Arquivos, Bibliotecas e Museus, pela UEMG, bacharel e licenciado em História, pela UFMG. Analista Legislativo da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, foi coordenador de Extensão e Pesquisa da Escola do Legislativo, atual coordenador-local da Rede InterLegis(Senado). Sócio-fundador da Comuna S.A. e sócio-diretor da DUO Informação e Cultura (desde 1999). Coordenador do Curso de Formação Política da Escola do Legislativo, (Ano I a Ano V), de 1994 a 1999. Ministrou diversos cursos de uso da internet para fins acadêmicos e para profissionais da cultura, como nos cursos de Planejamento e Gestão Cultural pelo Instituto de Educação Continuada da PUC Minas (1999) e Curso de Gestão Cultural da Fundação Clóvis Salgado.
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Educação para o Desenvolvimento Humano
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As aulas desta disciplina do Curso têm o propósito de promover o acesso, aos alunos do curso, às referências conceituais da Educação para o Desenvolvimento Humano (EDH), que é uma Solução Educacional desenvolvida pelo Instituto Ayrton Senna (IAS), tendo recebido a chancela de Cátedra Unesco em Educação e Desenvolvimento Humano. Este conceito de educação afirma o direito das novas gerações ao desenvolvimento pleno de seus potenciais. Compreende-se que, mais do que gerar aprendizagens, a educação, capaz de desenvolver potenciais, tem de gerar competências. Assim, o ato de educar emerge como aquele que viabiliza a transformação do potencial de uma pessoa em competências e habilidades que lhe permitam viver, conviver, produzir e ampliar cada vez mais seu conhecimento acerca de si mesma e do mundo do qual é parte.
Simone Al Behy André é psicóloga, educadora, atuou na área da infância e juventude como consultora de organizações governamentais (prefeituras, órgãos estaduais), não-governamentais e internacionais (Unicef, OIT). Atualmente, é Coordenadora da Área de Juventude do Instituto Ayrton Senna, membro da Cátedra Unesco de Educação e Desenvolvimento Humano e autora de publicações neste campo.
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O ensino de arte no Brasil e a concepção contemporânea de arte
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Resumo do ensino de arte no Brasil do século XVI ao século XIX: os primórdios, o rompimento e os modelos. Principais práticas no ensino de arte no Brasil no século XX: o Modernismo, as Escolinhas de Arte e os modelos externos. Tendências para o ensino da arte neste início do século XXI: arte como área de conhecimento e arte como construção cultural. Idéias pós-modernas e pesquisas sobre imaginação e cognição. Concepções contemporâneas da arte em seus diversos campos. As obras híbridas e as possibilidades de interação. O uso de tecnologias na arte e em seu ensino.
Lucia Gouvêa Pimentel é Doutora em Artes – Arte/Educação pela ECA/USP. Mestre em Educação pela FAE/UFMG. Bacharel e Licenciada em Artes Visuais pela EBA/UFMG. Professora da Escola de Belas Artes da UFMG. Secretária Geral do CLEA (Consejo Latinoamericano de la Educación por el Arte), representante da América do Sul e Caribe no Conselho Mundial da InSEA (International Society for Education through Art), membro do Comitê de Especialistas do Programa Educación Artística, Cultura y Ciudadanía de la OEI (Organización de los Estados Iberoamericanos).
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O Valor da Arte na Contemporaneidade e seus reflexos no Ensino de Arte
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Esta disciplina pretende promover uma reflexão e discussão sobre o valor da arte e as contribuições que ela traz no campo da educação na contemporaneidade. Serão abordados os seguintes temas/conceitos: a arte e o desenvolvimento do conhecimento sensível (sensibilidade, percepção e criatividade); a arte e o compromisso com a cultura, numa visão multiculturalista; a arte e as possibilidades de vivência, identificação e incorporação de valores; o papel do arte/educador no ensino de arte contemporâneo.
Maria Lívia de Castro é Especialista em Pesquisa e Ensino no Campo das Artes Plásticas (UEMG). Artista Plástica e Arte/Educadora (UEMG). Diretora do Centro Cultural Maria Lívia de Castro. Vice-presidente da ONG Humbiumbi – Arte, Cultura e Educação. É consultora do Instituto Ayrton Senna, atuando na construção e disseminação da Solução Educacional de Educação para o Desenvolvimento Humano pela Arte e coordenando tecnicamente a Formação Continuada do Programa Educação pela Arte. Foi responsável pelo trabalho de intercâmbio cultural entre as comunidades brasileira e angolana em Angola, pela Construtora Norberto Odebrecht (1986 e 1992).
Paulo Emílio de Castro Andrade é mestrando em Educação pela FAE/UFMG. Especialista em Educação, Comunicação e Tecnologia pela UEMG (2004). Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pelo UNI-BH (2003). É presidente da ONG Humbiumbi – Arte, Cultura e Educação. É diretor do Centro Cultural Maria Lívia de Castro. É consultor técnico do Programa Educação pela Arte, desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna, atuando na produção de materiais educativos relacionados ao ensino de arte. É pesquisador do Observatório da Juventude da UFMG.
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Juventude e Culturas Juvenis
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Esta disciplina pretende promover reflexões e debates sobre Juventudes e culturas juvenis na cena educativa contemporânea. Serão abordados os seguintes temas/conceitos: juventude e adolescência: aproximando-se dos conceitos; Condições Juvenis no Brasil Contemporâneo; Subjetividades Juvenis: Gênero, sexualidade e etnia; Culturas Juvenis e Escolas; Culturas e saberes juvenis: ampliando o diálogo com outros espaços educativos juvenis; Juventudes e formação do arte-educador.
Carla Linhares Maia é Doutoranda em Educação (FAE – UFMG). Mestre em Educação e Especialista em História do Brasil (PUC-MINAS). Graduada em História (FAFICH – UFMG). Coordenadora do Curso de Formação de Professores “Desafios da Escola em Tempos de Mudança” e pesquisadora do Observatório da Juventude (FAE-UFMG). Professora da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte (1991-2004). Secretaria Executiva do Conselho Municipal de Educação de Belo Horizonte (2004/2005). Coordenadora do Eixo Pedagógico do Programa Cidadania dos Trilhos / FCA - Ferrovia Centro -Atlântica (pela COMPREENDER – Consultoria em Educação - 2004-2006).
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O Fazer Artístico no Ensino de Arte
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Esta disciplina tem caráter teórico-prático, ou seja, os arte/educadores serão estimulados a refletir e discutir os conceitos que permeiam o fazer artístico no ensino de arte contemporâneo, para, em seguida, realizar atividades de fazer artístico junto aos educandos das instituições a que são vinculados. Os principais conceitos que serão trabalhados nesta disciplina são: o fazer artístico como processo de acesso e produção de conhecimento; o fazer artístico na perspectiva multiculturalista; o fazer artístico e o domínio da linguagem artística; o fazer artístico e os diversos temas do mundo; o fazer artístico e a vivência, identificação e incorporação de valores; o papel do arte/educador no fazer artístico.
Maria Lívia de Castro é Especialista em Pesquisa e Ensino no Campo das Artes Plásticas (UEMG). Artista Plástica e Arte/Educadora (UEMG). Diretora do Centro Cultural Maria Lívia de Castro. Vice-presidente da ONG Humbiumbi – Arte, Cultura e Educação. É consultora do Instituto Ayrton Senna, atuando na construção e disseminação da Solução Educacional de Educação para o Desenvolvimento Humano pela Arte e coordenando tecnicamente a Formação Continuada do Programa Educação pela Arte. Foi responsável pelo trabalho de intercâmbio cultural entre as comunidades brasileira e angolana em Angola, pela Construtora Norberto Odebrecht (1986 e 1992).
Paulo Emílio de Castro Andrade é mestrando em Educação pela FAE/UFMG. Especialista em Educação, Comunicação e Tecnologia pela UEMG (2004). Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pelo UNI-BH (2003). É presidente da ONG Humbiumbi – Arte, Cultura e Educação. É diretor do Centro Cultural Maria Lívia de Castro. É consultor técnico do Programa Educação pela Arte, desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna, atuando na produção de materiais educativos relacionados ao ensino de arte. É pesquisador do Observatório da Juventude da UFMG.
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A apreciação e interpretação da obra de arte no ensino de arte
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Esta disciplina tem caráter teórico-prático, ou seja, os arte/educadores serão estimulados a refletir e discutir os conceitos que permeiam a apreciação e interpretação da obra de arte no ensino de arte contemporâneo, para, em seguida, realizar atividades de apreciação e interpretação da obra de arte junto aos educandos das instituições a que são vinculados. Os principais conceitos que serão trabalhados nesta disciplina são: a apreciação e interpretação da obra de arte e os contextos histórico, social, político e cultural em que a obra foi produzida; a apreciação e interpretação da obra de arte e os valores, experiências de vida e conhecimentos dos educandos; conhecimentos e habilidades importantes para a apreciação e interpretação artísticas; a apreciação e interpretação da obra de arte como possibilidades de desenvolver novas percepções e de transformar a si e ao mundo; a apreciação e interpretação da obra de arte e a percepção das qualidades formais da obra; o papel do arte/educador na apreciação e interpretação da obra de arte.
Maria Lívia de Castro é Especialista em Pesquisa e Ensino no Campo das Artes Plásticas (UEMG). Artista Plástica e Arte/Educadora (UEMG). Diretora do Centro Cultural Maria Lívia de Castro. Vice-presidente da ONG Humbiumbi – Arte, Cultura e Educação. É consultora do Instituto Ayrton Senna, atuando na construção e disseminação da Solução Educacional de Educação para o Desenvolvimento Humano pela Arte e coordenando tecnicamente a Formação Continuada do Programa Educação pela Arte. Foi responsável pelo trabalho de intercâmbio cultural entre as comunidades brasileira e angolana em Angola, pela Construtora Norberto Odebrecht (1986 e 1992).
Paulo Emílio de Castro Andrade é mestrando em Educação pela FAE/UFMG. Especialista em Educação, Comunicação e Tecnologia pela UEMG (2004). Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pelo UNI-BH (2003). É presidente da ONG Humbiumbi – Arte, Cultura e Educação. É diretor do Centro Cultural Maria Lívia de Castro. É consultor técnico do Programa Educação pela Arte, desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna, atuando na produção de materiais educativos relacionados ao ensino de arte. É pesquisador do Observatório da Juventude da UFMG.
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